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Vamos juntxs expulsar o bullying e o cyberbullying da universidade!


16
outubro 2018

“Todo ato de violência física ou psicológica, intencional e repetitivo que ocorre sem motivação evidente, praticado por indivíduo ou grupo, contra uma ou mais pessoas, com o objetivo de intimidá-la ou agredi-la, causando dor e angústia à vítima, em uma relação de desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas”, é definido como bullying pela Lei nº 13.185/2015, que instituiu o Programa de Combate à Intimidação Sistemática (Bullying).

A palavra bullying tem origem de bully, que traduzido do inglês significa “valentão”. Logo, o ato de maltratar e violentar pessoas de forma constante é denominado bullying. 69,7% dos estudantes declaram ter presenciado alguma situação de violência dentro da escola segundo o Diagnóstico Participativo da Violência nas Escolas, realizado pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (FLACSO) em 2015, com apoio do MEC. Mas engana-se quem pensa que o bullying é feito apenas por crianças e adolescentes nas escolas.

Cyberbullying: a violência virtual tem impacto real

Quando há agressão, física ou verbal, através dos meios de comunicação virtual, como nas redes sociais, telefones e demais mídias, o bullying se transforma em cyberbullying. No Brasil, o número de casos de violência desse tipo vem aumentando rapidamente.

A falsa sensação de anonimato que a internet passa contribui com a prática, que gera consequências tão ou mais graves que as do bullying físico. Os abusos sofridos pelas vítimas do cyberbullying podem ter cunho psicológico, levando ao isolamento social, desenvolvimento transtornos e problemas relacionados à depressão. Também podem desencadear agressões físicas, publicação de informações pessoais e ameaças de morte em casos extremos.

MEC no enfrentamento ao bullying nas universidades

O Ministério da Educação tem atuado para combater a prática e uma das formas é o Pacto Universitário pela Promoção do Respeito à Diversidade, da Cultura da Paz e dos Direitos Humanos. O Pacto é uma iniciativa conjunta do MEC e do Ministério da Justiça e Cidadania para a promoção da educação em direitos humanos no ensino superior.

Portaria contra o bullying na UNICID

Nós da UNICID apoiamos o Pacto e buscamos superar a violência, o preconceito e a discriminação na nossa instituição. A partir disso, lançamos as campanhas: Vamos juntxs expulsar o bullying da instituição e Cyberbullying também é bullying, com cartazes espalhados pela instituição e postagens nas nossas redes sociais.

O Conselho Universitário da Universidade Cidade São Paulo possui a Resolução nº 38/2018, aprovada no de 25 de setembro de 2018, que proíbe a prática de intimidação sistemática (bullying) a qualquer membro do comunidade acadêmica da instituição.

Quando pensamos em bullying cyberbullying, há três envolvidos: a vítima, o agressor e o espectador. Por isso, para evitar esse mal é preciso, antes de tudo, desenvolver a capacidade de se preocupar e de se colocar no lugar do outro.

Reflita sobre as seus atos e sobre as atitudes dos seus amigos. Trate as pessoas com dignidade e respeito!

Bullying, violência e discriminação. Aqui não!

#respeitoatodxs